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A hora certa

A hora certa

A HORA CERTA 

Por Inácio Feitosa

Assisti em Buenos Aires, Argentina, há cerca de cinco anos, um depoimento de um judeu sobrevivente do holocausto da 2a guerra mundial. Com seus mais de 90 anos, ele narrou as experiências vividas por outros em campos de concentração, de sua fuga e a luta todos os dias para conseguir pelo menos um pão ou uma batata por dia para sobreviver.

No mundo corporativo essa realidade, com as devidas proporções, acontece com muitos executivos. Empresas doentes são tão maléficas aos seus colaboradores quanto à narrativa inicial. E muitos profissionais se sujeitam a condições de assédio moral para buscar o alimento para sua prole. O medo da perda de uma carteira de trabalho não justifica a submissão a esse tipo de situação.

Empreender não é um mal necessário, é a solução para uma vida. Mas, é preciso preparo, coragem e uma boa agenda de telefones de pessoas que podem somar ao seu negócio. É possível que um incêndio destrua sua empresa, mas se você salvar sua agenda será possível reconstruir tudo do zero. Nos tempos atuais, salve seus contatos e mantenha suas redes sociais ativas.

É incrível o medo que o brasileiro tem de empreender. Uma conta simples pode resolver, ou ajudar em sua decisão. Um eletricista que ganha seus R$ 1.200,00 por mês, e acredita que uma carteira de trabalho assinada e INSS pode trazer-lhe paz na velhice está enganado. Este mesmo eletricista cobra nos “bicos” de finais de semana cerca de R$ 200 por visita, quando é obra ele cobra por “ponto” de eletricidade R$ 50,00, pelo menos. A conta simples é que se ele empreender e for dono do seu próprio negócio, no mínimo dobrará sua remuneração. Essa realidade é patente também com outros profissionais.

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